Cary Grant

Cary Grant

Era, mundialmente, considerado um dos atores com maior charme. E pessoalmente, fazia jus a essa fama. Foi em 1955, nos estúdios da Paramount, durante as filmagens de Ladrão de casaca / To catch a thief, que conversei com esse elegante inglês naturalizado americano. Já havia completado 50 anos e ainda mantinha a capacidade de sedução, conquistando tantas admiradoras. Eu, inclusive. Por isso, foi também o parceiro querido de atrizes como Ingrid Bergman, Audrey Hepburn, Grace Kelly e Sophia Loren. Esta última me foi apresentada por ele no coquetel de lançamento de Orgulho e paixão / The pride and the passion, em 1956, filme que ambos fizeram na Espanha, despertando o amor da atriz italiana pelo galã de Hollywood. Mas este – eu já sabia – era bissexual. Ou pelo menos tinha tido relações gays. A mais conhecida, aquela com o ator Randolph Scott. De qualquer maneira, ver Grant pessoalmente ou na tela sempre foi um prazer.

Texto originalmente publicado no livro Lembranças de Hollywood, pág. 161. São Paulo, 2006. Org. Alfredo Sternheim. Imprensa Oficial.

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